A verdadeira caligrafia da Vó Luiza

cartluiz

Estamos de volta!

A coisa andava meio devagar aqui pelo site da Família Do Nascimento até colocarmos “Gasolina no Fogo” com essa carta histórica para alegria geral dos participantes e visitantes desse espaço.

Trata-se de uma carta com a verdadeira caligrafia da Avó Luiza L. do Nascimento ainda quando noiva enviada ao vovô Julio no dia 12 de maio de 1918, que por sinal  em nossa opinião tinha uma caligrafia muito linda.

Tem alguma lembrança guardada na gaveta? Não pense duas vezes, compartilhe conosco.

Um abraço, fiquem todos com Deus.

Para ver a carta em tamanho ampliado Clique Aqui

12 comentários

  1. Albano do Nascimento
    Albano do Nascimento Autor do postResponder

    Eu achei linda a caligrafia. Gostei muito de poder ver a verdadeira letra da vó Luiza.

    Deduzo que a outra Luiza citada na carta é a irmã da Maria Metternich, será que estou certo?

  2. Albano do Nascimento
    Albano do Nascimento Autor do postResponder

    Curitiba se escrevia com ípsilon (y) ! Eu acho que não deveriam ter mudado, alias nem sei porque trocaram o nome da cidade.

  3. Flamarion
    Flamarion Responder

    Comunicação como antigamente.

    Perdeu-se também aquela pausa para a reflexão que somente a escrita cursiva permite.
    A caneta é amiga da sintese e do bom estilo. O teclado é o carrasco da serenidade e da atenção.

    A vemos a beleza de uma carta.

  4. Fernando Luiz Brandão do Nascimento
    Fernando Luiz Brandão do Nascimento Responder

    Pelo que parece o avô Julio estava em outra cidade a algum tempo, pois inclusive a mãe e a tia pediram que a avó Luiza ao escrever mandasse lembranças. Alguém sabe onde ele estava e o que fazia?

    • Albano do Nascimento
      Albano do Nascimento Autor do postResponder

      Fernando Luiz

      Ótima pergunta essa. Nos leva a questionar em qual local estava e a quanto tempo.

      Temos três chances de saber através das tias Rosette e Iara e do tio Osmar.

  5. Iara N. Alves
    Iara N. Alves Responder

    Vamos ao assunto: meu pai foi caixeiro viajante ( representante comercial atualmente ) e se ausentava de Curitiba por vários dias. Suas viagens se limitavam às cidades do interior de Santa Catarina e Paraná. Logo que casou ficou como representante oficial da Companhia Souza Cruz, e foi escolhido graças ao desempenho que tinha com a língua alemã, ao mesmo tempo com o diálogo e mensagens com seus clientes especialmente no interior de Santa Catarina. Ficou trabalhando na Souza Cruz, até os anos 1930 ou 1935. Quando eu nasci 1938 ele já estava desligado da profissão e trabalhava como contabilista aqui na Capital.

  6. Albano do Nascimento
    Albano do Nascimento Autor do postResponder

    Fotos ilustram!

    Documentos as vezes comprovam!

    Testemunhos esclarecem!

    Ainda mais quando está a tia Iara na área com detalhes de tudo.

    A língua alemã teve sim utilidade na vida do vô Julio. Interessante…

  7. Lauro
    Lauro Responder

    Vou colocar no FB a carta publicada e submetida a processos que revelam que no documento, em sua parte superior, aparecem caracteres manuscritos que me parecem ser o final da carta, com assinatura da vó Luiza.

    Existe outra folha de carta que estava embaixo da primeira parte que foi escaneada?

  8. Iara N.Alves
    Iara N.Alves Responder

    Quanto à carta escrita por minha mãe, de fato era mais longa, com mais uma página porém abreviei por se tratar de despedida somente. A intenção do momento era divulgar a verdadeira caligrafia dela, muitas vezes confundida com a minha.

  9. Albano do Nascimento
    Albano do Nascimento Autor do postResponder

    Esse post é espetacular. Sempre que posso volto dar uma “espiada”.

    Não se trata somente da caligrafia em si, mas a forma carinhosa que ela tratava o noivo Julio.

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