E lá se vão mais de 100 anos.

Mais de 100 anos depois temos a alegria e oportunidade de reeditar esse post mostrando a belíssima caligrafia da vó Luíza e sua foto mostrando ainda noiva na época com 18 anos de idade. Sem deixar de observar a declaração de amor feita naquele momento ao noivo Julio, onde  casaram-se em 24-12-1918.

Mais uma vez registramos nossos agradecimentos á tia Iara por ter compartilhado conosco mais esse resgate do passado, ajudando a manter viva a memória e história de nossa família enviando a foto e carta de Luíza (Niceta como gostam de chamar nossos primos Léo e Léa).

Um abraço e até a próxima.

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cartluiz

  • Albano
    Albano 12 de agosto de 2015 às 06:50

    Eu achei linda a caligrafia. Gostei muito de poder ver a verdadeira letra da vó Luiza.

    Deduzo que a outra Luiza citada na carta é a irmã da bisa Maria, será que estou certo?

  • Albano
    Albano 12 de agosto de 2015 às 11:09

    Curitiba se escrevia com ípsilon (y) ! Eu acho que não deveriam ter mudado, alias nem sei porque trocaram o nome da cidade.

  • Flamarion
    Flamarion 12 de agosto de 2015 às 15:45

    Comunicação como antigamente.

    Perdeu-se também aquela pausa para a reflexão que somente a escrita cursiva permite.
    A caneta é amiga da sintese e do bom estilo. O teclado é o carrasco da serenidade e da atenção.

    A vemos a beleza de uma carta.

  • Fernando Luiz
    Fernando Luiz 13 de agosto de 2015 às 22:15

    Pelo que parece o avô Julio estava em outra cidade a algum tempo, pois inclusive a mãe e a tia pediram que a avó Luiza ao escrever mandasse lembranças. Alguém sabe onde ele estava e o que fazia?

    • Albano
      Albano 14 de agosto de 2015 às 07:11

      Fernando Luiz

      Ótima pergunta essa. Nos leva a questionar em qual local estava e a quanto tempo.

      Temos três chances de saber através das tias Rosette e Iara e do tio Osmar.

  • Iara N. Alves
    Iara N. Alves 14 de agosto de 2015 às 22:12

    Vamos ao assunto: meu pai foi caixeiro viajante ( representante comercial atualmente ) e se ausentava de Curitiba por vários dias. Suas viagens se limitavam às cidades do interior de Santa Catarina e Paraná. Logo que casou ficou como representante oficial da Companhia Souza Cruz, e foi escolhido graças ao desempenho que tinha com a língua alemã, ao mesmo tempo com o diálogo e mensagens com seus clientes especialmente no interior de Santa Catarina. Ficou trabalhando na Souza Cruz, até os anos 1930 ou 1935. Quando eu nasci 1938 ele já estava desligado da profissão e trabalhava como contabilista aqui na Capital.

  • Albano
    Albano 15 de agosto de 2015 às 08:22

    Fotos ilustram!

    Documentos as vezes comprovam!

    Testemunhos esclarecem!

    Ainda mais quando está a tia Iara na área com detalhes de tudo.

    A língua alemã teve sim utilidade na vida do vô Julio. Interessante…

  • Lauro
    Lauro 15 de agosto de 2015 às 22:27

    Vou colocar no FB a carta publicada e submetida a processos que revelam que no documento, em sua parte superior, aparecem caracteres manuscritos que me parecem ser o final da carta, com assinatura da vó Luiza.

    Existe outra folha de carta que estava embaixo da primeira parte que foi escaneada?

    • Albano
      Albano 15 de agosto de 2015 às 22:47

      Olá Lauro.

      Quem pode te dar essas respostas é a tia Iara.

      Abraço

  • Iara N.Alves
    Iara N.Alves 16 de agosto de 2015 às 21:10

    Quanto à carta escrita por minha mãe, de fato era mais longa, com mais uma página porém abreviei por se tratar de despedida somente. A intenção do momento era divulgar a verdadeira caligrafia dela, muitas vezes confundida com a minha.

  • Lauro
    Lauro 16 de agosto de 2015 às 22:04

    Está esclarecido.

  • Albano
    Albano 10 de setembro de 2016 às 12:50

    Esse post é espetacular. Sempre que posso volto dar uma “espiada”.

    Não se trata somente da caligrafia em si, mas a forma carinhosa que ela tratava o noivo Julio.

  • Albano
    Albano 12 de setembro de 2016 às 16:57

    Lauro, a tia enviou o final da carta.

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