• Fernando Luiz
    Fernando Luiz 10 de maio de 2014 às 11:17

    Eu sabia que existia esta capela, no entanto não tinha noção que era tão imponente, realmente foi um belo legado que o nosso bisavô Alvaro José deixou para a família, e faço uma menção de parabenização aos familiares que o mantem em tão perfeito estado.

  • Flamarion
    Flamarion 10 de maio de 2014 às 11:35

    Nesta capela onde deixamos as lágrimas, esse belo sentimento de chorar. Lugar que nos deixa cheios de amor e orgulho, nos dando força para continuar nossa jornada.
    Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós.

    Valeu Bisavô Alvaro José do Nascimento.
    A todos nosso entes queridos descansem em paz.

    Quando se nasce – uma estrela,
    Quando se morre – uma cruz.
    Mas quantos que aqui repousam
    Hão de emendar-nos assim:
    “Ponham-me a cruz no princípio…
    E a luz da estrela no fim!”
    Mario Quintana

  • Fernando Luiz
    Fernando Luiz 10 de maio de 2014 às 11:47

    Gostaria de saber se a Laura e o Antonio Vicente, estão enterrados nesta capela também

  • beatriz
    beatriz 11 de maio de 2014 às 22:00

    Na capela não. Tem a mulher de cabelos vermelhos que foi enterrada lá. A minha mãe supõe ser Olga, sobrinha do Álvaro José (da família Metternich).

    • Albano
      Albano 12 de dezembro de 2016 às 11:15

      Era sim a Olga. Foi sepultada dia 21-03-1936.

  • Flamarion
    Flamarion 11 de maio de 2014 às 22:26

    Tenho dúvida se estão sepultados nesse local nossos bisavós maternos Francisco e Amália Leone.

  • Iara N. Alves
    Iara N. Alves 25 de maio de 2014 às 22:27

    Esclarecendo a dúvida do Flamarion.

    Não! O jazigo onde estão sepultados meus avós maternos e também tio Luiz Leone (filho) se encontra no mesmo cemitério ou seja Municipal.

    A sepultura fica mais adiante da capela dos Nascimento mais precisamente 5 a 6 quadras acima à esquerda no final da rua.

    Esta sepultura foi comprada na época do falecimento do vovô Chico.

  • Tereza
    Tereza 16 de junho de 2014 às 13:44

    Olá, Albano. Se alguém puder ir até a administração do cemitério, identificar-se como sendo da família e disser que é para uma pesquisa de dados familiares, pode pedir para olhar os registros relativos a esse jazigo, e terá todas as informações ( nomes, datas, filiação, causa da morte ) dos que estão nele sepultados. A depender do arquivo, encontrará até cópia de certidões de óbito. Vale a pena levar uma máquina fotográfica para copiar os documentos ( isso se a administração do cemitério não tiver uma copiadora lá para esse uso ). Dificilmente eles emprestam esses documentos para que você os copie fora da administração. Fiz isso aqui em Bauru e deu certo. Boa sorte.

    • Albano
      Albano 18 de julho de 2015 às 23:23

      Olá Tereza.

      Fiz isso, porém eles não localizam as pessoas pelas sepulturas e sim por nomes. O problema é que muitos registros foram perdidos, alguns existem e outros não.

      Por exemplo. Laura Maria (Nhá Laura) não consta nada como sepultada nesse cemitério, e temos informações que foi.

      Vale dizer que a administração fica a uns 20 metros desse jazigo.

  • Albano
    Albano 18 de julho de 2015 às 21:27

    Vejam a foto que achei do cemitério municipal em 1940 tirada pelo fotografo Arthur Wischral, ilustrando um artigo publicado por Clarissa Grassi.

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