PRAÇAS E LOGRADOUROS DE CURITIBA

Nossa memória de hoje, volta-se ao passado para relembrar as principais praças e logradouros que tanto enfeitaram nossa cidade.

Iniciando, salientamos a “PRAÇA 19 DE DEZEMBRO” a mais significativa para mim e meus familiares, pois foi o berço infantil que nos acolheu muitos anos, proporcionando horas e horas de lazer e entretenimento. No passado esta praça apresentava um espaço muito agradável ornamentado com várias árvores e arbustos ladeando um belo lago. Lembro que a referida ficava num plano inferior onde havia escadarias ladeadas de corrimãos que eram para nós crianças, motivo de atração escorregar pelos mesmos embalados por competições para ver quem chegava antes ao solo.

Seguindo um pouco mais, chegamos a “PRAÇA SANTOS ANDRADE” batizada por mim como o centro cultural de nossa Curitiba, como já comentada em texto passado.

Mais alguns passos e temos à nossa frente a matriarca de todas a velha “PRAÇA TIRADENTES” com seus símbolos e história que o tempo não destrói.

Ao lado, uma pequena porém simpática “PRAÇA JOSÉ BORGES DE MACEDO” cujo nome muito orgulha nossa família, por se tratar de meu tataravô, que teve a honra de ser o 1º Prefeito de Curitiba. Logo a seguir encontramos outra famosa “PRAÇA GENEROSO MARQUES” que abrigou muita décadas o Paço Municipal (sede da prefeitura) e também o Museu Paranaense.

Dali nos deslocamos até a “PRAÇA EUFRÁSIO CORREIA” onde lembramos em primeiro plano a velha e saudosa Estação Ferroviária, e a atual Câmara de Vereadores de Curitiba.

Agora após descer alguns metros estamos diante de outro ícone importante para nossa cidade a “PRAÇA RUI BARBOSA” com sua história onde destacamos a velha, Santa Casa de Curitiba que muito assistiu nossa população ressaltando os mais carentes, a Igreja Bom Jesus com sua rede de estabelecimentos de ensino, o antigo Colégio São José, além do extinto Colégio Iguassu.

Estamos agora na concorrida e bela “PRAÇA OSÓRIO” com seus encantos e jardins coloridos, fazendo contornos em seus caminhos e um belo repuxo central. Encontramos aí um relógio antiquíssimo localizado em sua entrada, fazendo frente ao mais alto edifício do passado o Moreira Garcez.

Logo adiante estamos na ”PRAÇA ZACARIAS” outra localidade de relevância pois abrigou muito tempo a Maçonaria, entidade a qual meu avô paterno Francisco Leone foi membro. Recordo do Cine Luz, muito frequentado por nós Curitibanos, com um agravante nos dias chuvosos, as conhecidas enchentes do Rio Ivo acabavam com as tardes ou noites de projeções.Também neste local, foi um entroncamento de bondes da época.

Não esqueçamos da jovem “PRAÇA ESPANHA” (com seus 50 anos) muito acolhedora e hoje um reduto de música e alta gastronomia, principalmente com vida noturna. Muito simpática!

No final da Av. Batel está situada a elegante e miudinha “PRAÇA DO BATEL” que no passado foi o ponto final da linha de bondes Batel.

Lembremos a “PRAÇA SOTTO MAIOR” em frente ao Cemitério Municipal com seus jardins, seus cedros centenários, local muito calmo, frequentado nos idos tempos pelos namorados. Havia um restaurante famoso chamado O Rei do Siri onde se comia esta gostosa iguaria.

Ao  lado está a “PRAÇA DO REDENTOR” onde íamos quando jovens aos domingos tomar o famoso Sorvete do Gaúcho, ou ao tradicional Bar do Pudim. Hoje esta pracinha é conhecida como a Praça do Skate, devido a presença de pistas desta modalidade de diversão. Saudades é que fica em todos nós destes locais inesquecíveis!

RECORDAR É VIVER !

  • Flamarion
    Flamarion 25 de junho de 2017 às 09:57

    Ola

    Enfatizando, com orgulho e honra outro membro de nossa família Padre Antonio.

    O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba foi inaugurada em 22 de maio de 1880. Foi o primeiro hospital de Curitiba. Obra de expressiva repercussão por sua beleza arquitetônica e, principalmente, por sua capacidade: 160 leitos.
    Os responsáveis pela construção do hospital tiveram ação abrangente. A par da construção propriamente dita, cuidaram de muitos outros detalhes. Por exemplo, a Capela de São Francisco de Paula, que pertencia à irmandade, apresentava condições precárias, necessitando urgente restauração. E a instituição não tinha os recursos necessários. Daí o gesto generoso do Padre Antônio Vicente da Cruz, oferecendo-se para tomar a seu cuidado a capela, restaurando-a por sua conta, com todas as despesas. A oferta foi aceita. Um detalhe: o Padre Antônio Vicente da Cruz era irmão, ou seja, integrante da irmandade.

  • Albano
    Albano 25 de junho de 2017 às 13:19

    Rei do siri e bar do pudim frequentei bastante.

    Tia Iara sempre nos fazendo relembrar de momentos em nossas vidas.

  • Albano
    Albano 25 de junho de 2017 às 13:20

    Alias, se não fosse a tia Iara não me recordaria mais do Rei do Siri.

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